sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Papa Bento XVI - Mensagem para o Dia Mundial da Paz

 

SE QUISERES CULTIVAR A PAZ, PRESERVA A CRIAÇÃO

1. Por ocasião do início do Ano Novo, desejo expressar os mais ardentes votos de paz a todas as comunidades cristãs, aos responsáveis das nações, aos homens e mulheres de boa vontade do mundo inteiro. Para este XLIII Dia Mundial da Paz, escolhi o tema: Se quiseres cultivar a paz, preserva a criação. O respeito pela criação reveste-se de grande importância, designadamente porque «a criação é o princípio e o fundamento de todas as obras de Deus»[1] e a sua salvaguarda torna-se hoje essencial para a convivência pacífica da humanidade. Com efeito, se são numerosos os perigos que ameaçam a paz e o autêntico desenvolvimento humano integral, devido à desumanidade do homem para com o seu semelhante – guerras, conflitos internacionais e regionais, actos terroristas e violações dos direitos humanos –, não são menos preocupantes os perigos que derivam do desleixo, se não mesmo do abuso, em relação à terra e aos bens naturais que Deus nos concedeu. Por isso, é indispensável que a humanidade renove e reforce «aquela aliança entre ser humano e ambiente que deve ser espelho do amor criador de Deus, de Quem provimos e para Quem estamos a caminho».[2]

 

fonte e resto da mensagem: link

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Carta às Famílias 2009

 

image

Caríssimos casais católicos da Diocese do Porto, com todas as vossas estimadas famílias:

A Missão 2010 que estamos a inaugurar destina-se a levar ainda mais além, na quantidade e na qualidade das propostas e dos destinatários, o anúncio evangélico que nos constitui como Igreja para o mundo.

A luz do Natal de Cristo há-de rebrilhar na Missão, para iluminar, pacificar e estimular a todos, especialmente os que mais tocados forem por carências materiais e espirituais de qualquer género. Através de vós, Cristo – que nasceu, deu a vida e ressuscitou para estar connosco para sempre – quer chegar a todas as pessoas e a todos os espaços e ambientes, para que o Evangelho continue a ser ouvido e experimentado.

O que recebeis como “presente” de Deus Pai é o que tendes para presentear o próximo: a pessoa viva de Jesus Cristo, na força do seu Espírito e na caridade do seu coração. Recebê-lo e oferecê-lo é a vossa própria realização matrimonial, familiar e apostólica.

É verdade que os Doze Apóstolos “deixaram tudo” para seguir a Cristo e se tornaram testemunhas da sua ressurreição. Também sabemos que este serviço apostólico em sentido estrito continua na Igreja, através dos Bispos e dos seus cooperadores ordenados. Mas os primeiros relatos cristãos e a experiência bimilenar da Igreja mostram-nos que o anúncio vivo de Cristo é participado por muitos outros baptizados e crismados, que manifestam no mundo a graça específica desses sacramentos: a filiação divina e o testemunho do Evangelho.

Entre todos, têm lugar de grande relevo e oportunidade os casais cristãos, que o sacramento do Matrimónio transforma em sinais vivos do amor de Cristo e da Igreja: o amor que recebem de Cristo e entre si partilham é a própria substância de que vivem as suas famílias e que irradiam à sua volta, por vizinhos de perto ou mais longe.

O que tem sucedido neste sentido com a entreajuda espiritual e humana de muitos casais cristãos, espontaneamente ou através de movimentos de espiritualidade conjugal; o que vai crescendo em apostolado de casais e famílias, que se tornam evangelizadores de prédios, bairros ou países distantes; o maior envolvimento de casais nas várias formas de evangelização paroquial: tudo isto me leva, caríssimos casais católicos da Diocese do Porto, a convocar-vos para a Missão 2010. Sem vós, ela não se realizaria plenamente; convosco, ela será verdadeiramente eclesial, pois integrará as “Igrejas domésticas” que as vossas famílias são e hão-de ser ainda mais.

Relembro-vos o exemplo dos primeiros casais cristãos, biblicamente atestados, como é o caso de Áquila e Priscila, grandes colaboradores de São Paulo. Os Actos dos Apóstolos 18, 2 ss, dizem-nos que o acolheram em Corinto, proporcionando-lhe tecto e trabalho. Na Carta aos Romanos 16, 3-5, Paulo pede que os saúdem, com estes magníficos termos: “Saudai Prisca e Áquila, meus colaboradores em Cristo Jesus, pessoas que, pela minha vida, expuseram a sua cabeça. Não sou apenas eu a estar-lhes agradecido, mas todas as igrejas dos gentios. Saudai também a igreja que se reúne em casa deles”. Que a casa deste casal servia para a reunião dos primeiros cristãos também Paulo o refere na sua 1ª Carta aos Coríntios 16, 19. E que não se limitavam a acolher, mas também catequizavam, é atestado pelos Actos dos Apóstolos 18, 24-26, neste passo esclarecedor: “Entretanto, chegara a Éfeso um judeu chamado Apolo […]. Começou a falar desassombradamente na sinagoga. Priscila e Áquila, que o tinham ouvido, tomaram-no consigo e expuseram-lhe, com mais precisão, a ‘Via’ do Senhor”.

Roma, Corinto, Éfeso: - Onde não chegaria a “missão” deste casal cristão, colaborador de Paulo e dos primeiros evangelizadores! – E, se eles fizeram tanto na primeira missão, quanto não poderão fazer com eles os casais católicos da Diocese do Porto na Missão 2010!

Deixai-me contar convosco, prédio a prédio, bairro a bairro, paróquia a paróquia. Sei que o posso fazer, pelo dinamismo que tenho verificado em tantos de vós. Deixai-me – a mim e a todos os meus colegas sacerdotes da Diocese – contar convosco como Paulo pôde contar com Áquila e Priscila!

+ Manuel Clemente

Festa da Sagrada Família de Jesus, Maria e José, 27 de Dezembro de 2009

 

fonte: Diocese do Porto

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Missa de Natal - Homilia

 

PARA VIVER E OFERECER A VERDADE DO NATAL

Amados irmãos e irmãs, iluminados todos pela glória do Presépio

“E o Verbo fez-se carne e habitou entre nós. Nós vimos a sua glória, que lhe vem do Pai como Filho Unigénito, cheio de graça e de verdade”. Este curto passo do Evangelho escutado dá-nos o essencial do que celebramos no Natal de 2009, tão distante e afinal tão próximo do que aconteceu em Belém de Judá. Assim acontece com as coisas essenciais: são poucas mas nunca acabam, coincidindo com a nossa humanidade comum, tal como foi criada e depois assumida pelo próprio Deus.

Uma mulher que dá à luz um filho, um homem que os guarda e admira. Juntaram-se pastores e depois uns magos do Oriente. E milhões e milhões, como nós agora, nesta catedral transformada em presépio. – Para ver o quê? Precisamente o mesmo que o Evangelista de há pouco: “Nós vimos a sua glória, que lhe vem do Pai como Filho Unigénito…”.

É uma criança a nascer e o próprio Deus a dizer-se dessa maneira. Trinta anos depois será um homem a morrer e Deus também se dirá assim. Como entretanto se disse emigrado no Egipto, a crescer e a trabalhar em Nazaré e a anunciar um Reino que se abria no mundo para nos realizar em Deus. – Que bem o referiu Santo Ireneu no século II: “Há um só Deus que, pelo seu Verbo e Sabedoria, criou e ordenou todas as coisas. O seu Verbo é Nosso Senhor Jesus Cristo, que nos últimos tempos se fez homem entre os homens, para reunir o fim com o princípio, isto é, o homem com Deus!” (Ofício de Leitura, 4ª feira da 3ª semana do Advento).

 

+ Manuel Clemente

Sé do Porto, 25 de Dezembro de 2009

 

fonte e resto da homilia: link

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Homilia de D. José Policarpo na Peregrinação Internacional de Outubro

 

d jose policarpo

“Como Maria viveu o Sacerdócio do seu Filho, Jesus Cristo”

1. Neste Ano Sacerdotal, quando o País inteiro se prepara para receber o Sucessor de Pedro, cabeça do Colégio dos Apóstolos, somos convidados a interiorizar essa manifestação inaudita do amor de Deus pela humanidade, que é a dimensão sacerdotal, cuja plenitude se exprimiu em Nosso Senhor Jesus Cristo, Filho de Maria, que pela Sua vida e pela a Sua morte reconduziu definitivamente todos os homens à intimidade com Deus, Trindade Santíssima, comunhão de amor. Esta função sacerdotal, plenamente realizada por Jesus Cristo, é vivida pela Igreja, Povo Sacerdotal, a que preside, de forma perene e definitiva, o próprio Jesus Cristo, através daqueles a quem consagrou pelo Espírito Santo para exercer, em seu nome, as funções sacerdotais da Igreja, Povo de Deus. Pelo lugar especialíssimo que ocupa na vida e missão de Jesus Cristo, assim como na Igreja, que a aclama como sua Mãe, porque é o seu “ícone” inspirador, queremos contemplar a participação de Maria no sacerdócio do seu Filho Jesus Cristo. Toda a Igreja, povo sacerdotal e todos os sacerdotes que tornam presente na Igreja o sacerdócio de Jesus Cristo, podem contemplá-la como Mãe e modelo, encontrando nela as expressões próprias da atitude sacerdotal.

fonte e resto da mensagem: Agência Ecclesia

LIAM - Guisande

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Outubro Missionário – Reza do Terço

 

 

O Grupo da L.I.A.M. da Paróquia de S. Mamede de Guisande, neste mês de Outubro, dedicado às Missões, tem orientado diariamente a reza do Terço, que acontece sempre 40 minutos antes da celebração da Eucaristia, excepto à Quinta-Feira que, por não se realizar a Missa, ocupa o respectivo horário, ou seja, às 19:30 horas.

Entretanto, será já no próximo Sábado, dia 17 de Outubro, que será realizada a habitual Vigília Missionária, a ter lugar logo após a Missa.

18 de Outubro de 2009 – Dia Mundial das Missões

 

MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI
PARA O 83º DIA MISSIONÁRIO MUNDIAL DE 2009

"As nações caminharão à sua luz" (Ap 21, 24)

Neste domingo dedicado às missões, me dirijo sobretudo a vós, Irmãos no ministério episcopal e sacerdotal, e também aos irmãos e irmãs do Povo de Deus, a fim de vos exortar a reavivar em si a consciência do mandato missionário de Cristo para que "todos os povos se tornem seus discípulos" (Mt 28,19), seguindo as pegadas de São Paulo, o Apóstolo dos Gentios.
"As nações caminharão à sua luz" (Ap 21, 24). O objetivo da missão da Igreja é iluminar com a luz do Evangelho todos os povos em seu caminhar na história rumo a Deus, pois Nele encontramos a sua plena realização. Devemos sentir o anseio e a paixão de iluminar todos os povos, com a luz de Cristo, que resplandece no rosto da Igreja, para que todos se reúnam na única família humana, sob a amável paternidade de Deus.
É nesta perspectiva que os discípulos de Cristo espalhados pelo mundo trabalham, se dedicam, gemem sob o peso dos sofrimentos e doam a vida. Reitero com veemência o que muitas vezes foi dito pelos meus Predecessores: a Igreja não age para ampliar o seu poder ou reforçar o seu domínio, mas para levar a todos Cristo, salvação do mundo. Pedimos somente de nos colocar a serviço da humanidade, sobretudo da daquela sofredora e marginalizada, porque acreditamos que "o compromisso de anunciar o Evangelho aos homens de nosso tempo... é sem dúvida alguma um serviço prestado à comunidade cristã, mas também a toda a humanidade"(Evangelii nuntiandi, 1), que "apesar de conhecer realizações maravilhosas, parece ter perdido o sentido último das coisas e de sua própria existência"(Redemptoris missio, 2).

1. Todos os Povos são chamados à salvação
Na verdade, a humanidade inteira tem a vocação radical de voltar à sua origem, que é Deus, somente no Qual ela encontrará a sua plenitude por meio da restauração de todas as coisas em Cristo. A dispersão, a multiplicidade, o conflito, a inimizade serão repacificadas e reconciliadas através do sangue da Cruz e reconduzidas à unidade.
O novo início já começou com a ressurreição e a exaltação de Cristo, que atrai a si todas as coisas, as renova, as tornam participantes da eterna glória de Deus. O futuro da nova criação brilha já em nosso mundo e acende, mesmo se em meio a contradições e sofrimentos, a nossa esperança por uma vida nova. A missão da Igreja é "contagiar" de esperança todos os povos. Por isto, Cristo chama, justifica, santifica e envia os seus discípulos para anunciar o Reino de Deus, a fim de que todas as nações se tornem Povo de Deus. É somente nesta missão que se compreende e se confirma o verdadeiro caminho histórico da humanidade. A missão universal deve se tornar uma constante fundamental na vida da Igreja. Anunciar o Evangelho deve ser para nós, como já dizia o apóstolo Paulo, um compromisso impreterível e primário.

2. Igreja peregrina
A Igreja Universal, sem confim e sem fronteiras, se sente responsável por anunciar o Evangelho a todos os povos (cfr. Evangelii nuntiandi, 53). Ela, germe de esperança por vocação, deve continuar o serviço de Cristo no mundo. A sua missão e o seu serviço não se limitam às necessidades materiais ou mesmo espirituais que se exaurem no âmbito da existência temporal, mas na salvação transcendente que se realiza no Reino de Deus. (cfr. Evangelii nuntiandi, 27). Este Reino, mesmo sendo em sua essência escatológico e não deste mundo (cfr. Jo 18,36), está também neste mundo e em sua história é força de justiça, paz, verdadeira liberdade e respeito pela dignidade de todo ser humano. A Igreja mira em transformar o mundo com a proclamação do Evangelho do amor, "que ilumina incessantemente um mundo às escuras e nos dá a coragem de viver e agir e... deste modo, fazer entrar a luz de Deus no mundo" (Deus caritas est, 39). Esta é a missão e o serviço que, também com esta Mensagem, chamo a participar todos os membros e instituições da Igreja.

3. Missio ad gentes
A missão da Igreja é chamar todos os povos à salvação realizada por Deus em seu Filho encarnado. É necessário, portanto, renovar o compromisso de anunciar o Evangelho, fermento de liberdade e progresso, fraternidade, união e paz (cfr. Ad gentes, 8). Desejo "novamente confirmar que a tarefa de evangelizar todos os homens constitui a missão essencial da Igreja"(Evangelii nuntiandi, 14), tarefa e missão que as vastas e profundas mudanças da sociedade atual tornam ainda mais urgentes. Está em questão a salvação eterna das pessoas, o fim e a plenitude da história humana e do universo. Animados e inspirados pelo Apóstolo dos Gentios, devemos estar conscientes de que Deus tem um povo numeroso em todas as cidades percorridas também pelos apóstolos de hoje (cfr. At 18, 10). De fato, "a promessa é em favor de todos aqueles que estão longe, todos aqueles que o Senhor nosso Deus chamar "(At 2,39).
Toda a Igreja deve se empenhar na missio ad gentes, enquanto a soberania salvífica de Cristo não está plenamente realizada: "Agora, porém, ainda não vemos que tudo lhe esteja submisso"(Hb 2,8).

4. Chamados a evangelizar também por meio do martírio
Neste dia dedicado às missões, recordo na oração aqueles que fizeram de suas vidas uma exclusiva consagração ao trabalho de evangelização. Menciono em particular as Igrejas locais, os missionários e missionárias que testemunham e propagam o Reino de Deus em situações de perseguição, com formas de opressão que vão desde a discriminação social até a prisão, a tortura e a morte. Não são poucos aqueles que atualmente são levados à morte por causa de seu "Nome". É ainda de grande atualidade o que escreveu o meu venerado Predecessor Papa João Paulo II: "A comemoração jubilar descerrou-nos um cenário surpreendente, mostrando o nosso tempo particularmente rico de testemunhas, que souberam, ora dum modo ora doutro, viver o Evangelho em situações de hostilidade e perseguição até darem muitas vezes a prova suprema do sangue" (Novo millennio ineunte, 41).
A participação na missão de Cristo, de fato, destaca também a vida dos anunciadores do Evangelho, aos quais é reservado o mesmo destino de seu Mestre. "Lembrem-vos do que eu disse: nenhum empregado é maior do que seu patrão. Se perseguiram a mim, vão perseguir a vós também " (Jo 15,20). A Igreja se coloca no mesmo caminho e passa por tudo aquilo que Cristo passou, porque não age baseando-se numa lógica humana ou com a força, mas seguindo o caminho da Cruz e se fazendo, em obediência filial ao Pai, testemunha e companheira de viagem desta humanidade.
Às Igrejas antigas como as de recente fundação, recordo que são colocadas pelo Senhor como sal da terra e luz do mundo, chamadas a irradiar Cristo, Luz do mundo, até os extremos confins da terra. A missio ad gentes deve ser a prioridade de seus planos pastorais.
Agradeço e encorajo as Pontifícias Obras Missionárias pelo indispensável trabalho a serviço da animação, formação missionária e ajuda econômica às jovens Igrejas. Por meio destas instituições pontifícias, se realiza de forma admirável a comunhão entre as Igrejas, com a troca de dons, na solicitude recíproca e na comum projetualidade missionária.

5. Conclusão
O impulso missionário sempre foi sinal de vitalidade de nossas Igrejas (cfr. Redemptoris missio, 2). É preciso, todavia, reafirmar que a evangelização é obra do Espírito, e que antes mesmo de ser ação, é testemunho e irradiação da luz de Cristo (cfr. Redemptoris missio, 26) através da Igreja local, que envia os seus missionários e missionárias para além de suas fronteiras. Rogo a todos os católicos para que peçam ao Espírito Santo que aumente na Igreja a paixão pela missão de proclamar o Reino de Deus e ajudar os missionários, as missionárias e as comunidades cristãs empenhadas nesta missão, muitas vezes em ambientes hostis de perseguição.
Ao mesmo tempo, convido todos a darem um sinal crível da comunhão entre as Igrejas, com uma ajuda econômica, especialmente neste período de crise que a humanidade está vivendo, a fim de colocar as jovens Igrejas em condições de iluminar as pessoas com o Evangelho da caridade.
Nos guie em nossa ação missionária a Virgem Maria, Estrela da Evangelização, que deu ao mundo Cristo, luz das nações, para que leve a salvação "até aos extremos da terra"(At 13,47).

A todos, a minha Bênção.

Cidade do Vaticano, 29 de junho de 2009

BENEDICTUS PP. XVI

(fonte: Vaticano)

domingo, 23 de agosto de 2009

LIAM - Pesseio/Convívio 2009

 

 liam passeio 2009_02

liam passeio 2009_01

O Grupo da LIAM de S. Mamede de Guisande realizou neste Sábado, dia 22, o seu tradicional Passeio/Convívio, juntando em dois autocarros,  Liamistas, familiares e amigos.
O percurso englobou as Termas de S. Pedro do Sul, S. Pedro do Sul, centro, passagem por Viseu e paragem em Mangualde, no Parque da Ermida de  Nossa Senhora do Castelo, onde se almoçou.
Na parte da tarde, o grupo abalou até Gouveia, onde houve tempo para visitar os principais monumentos e também uma paragem no Parque da Senhora dos Verdes, em Moimenta da Serra.
O jantar aconteceu na cidade de Viseu, no Parque da Zona Desportiva do Fontelo.
Apesar de algumas incontigências, próprias da natureza destes passeios, o dia decorreu de forma muito positiva, não faltando lugar aos momentos de convívio, com o destaque para o Sr. José Coellho e a sua guitarra portuguesa.
Parabéns à organização e a todos quantos participaram de forma alegre e bem disposta mesmo naquelas pequenas coisas que nunca são do agrado de todos.
Ficamos a aguardar pelo próximo convívio.

- Imagens: Vista da Ermida de Nossa senhora do castelo, em Mangualde, onde se almoçou e em baixo um momento de convívio, com música e dança, no Parque da Senhora dos Verdes, em Moimenta da Serra - Gouveia. Clicar nas imagens para ampliar.