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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Missa de Natal - Homilia

 

PARA VIVER E OFERECER A VERDADE DO NATAL

Amados irmãos e irmãs, iluminados todos pela glória do Presépio

“E o Verbo fez-se carne e habitou entre nós. Nós vimos a sua glória, que lhe vem do Pai como Filho Unigénito, cheio de graça e de verdade”. Este curto passo do Evangelho escutado dá-nos o essencial do que celebramos no Natal de 2009, tão distante e afinal tão próximo do que aconteceu em Belém de Judá. Assim acontece com as coisas essenciais: são poucas mas nunca acabam, coincidindo com a nossa humanidade comum, tal como foi criada e depois assumida pelo próprio Deus.

Uma mulher que dá à luz um filho, um homem que os guarda e admira. Juntaram-se pastores e depois uns magos do Oriente. E milhões e milhões, como nós agora, nesta catedral transformada em presépio. – Para ver o quê? Precisamente o mesmo que o Evangelista de há pouco: “Nós vimos a sua glória, que lhe vem do Pai como Filho Unigénito…”.

É uma criança a nascer e o próprio Deus a dizer-se dessa maneira. Trinta anos depois será um homem a morrer e Deus também se dirá assim. Como entretanto se disse emigrado no Egipto, a crescer e a trabalhar em Nazaré e a anunciar um Reino que se abria no mundo para nos realizar em Deus. – Que bem o referiu Santo Ireneu no século II: “Há um só Deus que, pelo seu Verbo e Sabedoria, criou e ordenou todas as coisas. O seu Verbo é Nosso Senhor Jesus Cristo, que nos últimos tempos se fez homem entre os homens, para reunir o fim com o princípio, isto é, o homem com Deus!” (Ofício de Leitura, 4ª feira da 3ª semana do Advento).

 

+ Manuel Clemente

Sé do Porto, 25 de Dezembro de 2009

 

fonte e resto da homilia: link

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Homilia de D. José Policarpo na Peregrinação Internacional de Outubro

 

d jose policarpo

“Como Maria viveu o Sacerdócio do seu Filho, Jesus Cristo”

1. Neste Ano Sacerdotal, quando o País inteiro se prepara para receber o Sucessor de Pedro, cabeça do Colégio dos Apóstolos, somos convidados a interiorizar essa manifestação inaudita do amor de Deus pela humanidade, que é a dimensão sacerdotal, cuja plenitude se exprimiu em Nosso Senhor Jesus Cristo, Filho de Maria, que pela Sua vida e pela a Sua morte reconduziu definitivamente todos os homens à intimidade com Deus, Trindade Santíssima, comunhão de amor. Esta função sacerdotal, plenamente realizada por Jesus Cristo, é vivida pela Igreja, Povo Sacerdotal, a que preside, de forma perene e definitiva, o próprio Jesus Cristo, através daqueles a quem consagrou pelo Espírito Santo para exercer, em seu nome, as funções sacerdotais da Igreja, Povo de Deus. Pelo lugar especialíssimo que ocupa na vida e missão de Jesus Cristo, assim como na Igreja, que a aclama como sua Mãe, porque é o seu “ícone” inspirador, queremos contemplar a participação de Maria no sacerdócio do seu Filho Jesus Cristo. Toda a Igreja, povo sacerdotal e todos os sacerdotes que tornam presente na Igreja o sacerdócio de Jesus Cristo, podem contemplá-la como Mãe e modelo, encontrando nela as expressões próprias da atitude sacerdotal.

fonte e resto da mensagem: Agência Ecclesia

LIAM - Guisande